Vitória justa!
Na deslocação aos Açores, que é sempre uma deslocação muito difícil até por mais que não seja pelo envolvente da própria viagem, a nossa equipa demonstrou que o que tinha sucedido na jornada passada estava ultrapassado e que de facto esta equipa está, como tem demonstrado nos últimos jogos, melhor em termos técnico-tácticos e bem mais confiante nas suas capacidades.
Com uma entrada em campo um pouco apática, o Baronia permitiu que Pico da Pedra rápidamente chegasse ao primeiro golo logo dentro dos dois primeiros minutos de jogo por intermédio de Marco Santos. Com este golo a equipa do Baronia ficou um pouco desorganizada e não conseguia sair com a bola controlada nem sequer criar perigo junto da baliza adversária, errando inclusive muitos passes. Não estranha que com esta menor atitude da nossa equipa e com a superioridade nestes primeiros minutos da equipa do Pico da Pedra que tenham chegado ao dois zero por intermédio de Jorge David quando estavam disputados sensivelmente dez minutos de jogo.
A partir deste golo a história da partida mudou.
A nossa equipa percebendo que se queria sair dali com outro resultado que não a derrota teria de subir no terreno pressionando o adversário obrigando-o a errar. E foi isso mesmo que aconteceu. Os nossos jogadores começam a pressionar mais alto e consequentemente a criar mais perigo junto da baliza do Pico Pedra. O primeiro resultado desta situação começam a ser as ocasiões de golo que o Baronia vai criando e nestes últimos dez minutos da primeira parte são pelo menos quatro as oportunidades claras de golo criadas pelo Baronia, tendo inclusive atirado uma bola ao poste. O Pico da Pedra por sua vez ia aqui ou acolá criando um ou outro contra-ataque mas sem grande perigo. Ao intervalo o resultado não já se justificava por tudo aquilo que, depois de uma entrada menos boa da nossa equipa, tínhamos criado e produzido neste últimos minutos da primeira metade.
Na cabine o mister Miguel Carvalho pedia essencialmente confiança na hora de finalizar e apelava à capacidade de sacrifício e espírito de luta dos seus jogadores.
Mantendo o ascendente com que tinham terminado a primeira parte a nossa equipa têm uma entrada derompante e forte na segunda parte tendo nos primeiros cincos minutos empatado a partida com dois golos de João Alexandre e tendo criado mais duas ou três situações de grande perigo junto da baliza do Pico da Pedra, isto tudo com a apatia e impotência dos jogadores do Pico da Pedra face a esta entrada forte da nossa equipa.
Após termos chegado ao empate os jogadores do Baronia baixam um pouco as linhas defensivas na tentativa de aproveitar algum erro do adversário para tentar em contra-ataque chegar com perigo à baliza do Pico da Pedra. Com esta atitude o Pico da Pedra passa a ter mais bola para poder desenhar as suas jogadas que só por uma ou duas ocasiões saíram com relativo perigo junto da nossa baliza. A nossa equipa utilizava agora a sua maior arma, o contra-ataque. E na verdade enquanto que o Pico da Pedra ia tendo bola e com remates de longe ia tentado sem sucesso marcar o Baronia em quatro ou cinco contra-ataques poderia ter matado o encontro só que o desacerto dos atletas na hora de finalizar era total. Com cerca de cinco minutos para jogar surge a expulsão de João Alexandre o que deixava a equipa a jogar com menos um atleta dentro da quadra. Previa-se então um final de jogo muito difícil para a nossa equipa com os jogadores a mostrarem algum cansaço físico natural, com algumas decisões, na nossa opinião, totalmente desajustadas da equipa de arbitragem em prejuízo da nossa equipa. Mas não. Eis que o espírito de sacrifício dos nossos jogadores vem ao de cima, não deixando que a equipa do Pico da Pedra marcasse em situação de vantagem numérica.
Já com os quatro homens de novo em campo o treinador da equipa do Pico da Pedra arriscava tudo e com cerca de três minutos para jogar coloca em campo o guarda-redes avançado. Só que quem acaba por tirar partido dessa situação é a nossa equipa que poucos instantes após a entrada do quinto elemento adversário em campo marca, aproveitando um erro do adversário Nuno Miguel atira para a baliza deserta do Pico da Pedra. A perder o treinador adversário mantêm em campo o quinto elemento e segundos após o golo do Baronia a equipa do Pico da Pedra empata de novo a partida a três golos por intermédio de Joel.
Faltava então mais ou menos dois minutos para jogar e a nossa equipa ia tentando aproveitar os erros da equipa do Pico da Pedra para de longe tentar atirar para a baliza contrária enquanto que o Pico da Pedra ia, mas sempre sem grande perigo, tentando chegar ao golo.
A três segundos do fim a nossa equipa acaba com o jogo, Dário aproveitando muito bem um erro adversário atira para a baliza deserta do Pico da Pedra dando assim a vitória à nossa equipa.
Em resumo uma vitória justa por aquilo que se passou nos 40 minutos de jogo, se bem que o Pico da Pedra entrou muito melhor na primeira parte, esse domínio só se verificou durante os primeiros dez minutos de jogo, sendo a partir dai totalmente controlado pela nossa equipa que teve mais e melhores oportunidades de golo e que nos últimos dez minutos do encontro ainda teve de lutar contra a menor prestação, na nossa opinião, da terceira equipa em campo. Agora à que continuar a trabalhar e preparar com calma o dificílimo encontro frente à forte equipa do Vitória de Setúbal daqui a quinze dias em virtude de para a semana não haver campeonato.
Fique com a ficha de jogo:
Na deslocação aos Açores, que é sempre uma deslocação muito difícil até por mais que não seja pelo envolvente da própria viagem, a nossa equipa demonstrou que o que tinha sucedido na jornada passada estava ultrapassado e que de facto esta equipa está, como tem demonstrado nos últimos jogos, melhor em termos técnico-tácticos e bem mais confiante nas suas capacidades.
Com uma entrada em campo um pouco apática, o Baronia permitiu que Pico da Pedra rápidamente chegasse ao primeiro golo logo dentro dos dois primeiros minutos de jogo por intermédio de Marco Santos. Com este golo a equipa do Baronia ficou um pouco desorganizada e não conseguia sair com a bola controlada nem sequer criar perigo junto da baliza adversária, errando inclusive muitos passes. Não estranha que com esta menor atitude da nossa equipa e com a superioridade nestes primeiros minutos da equipa do Pico da Pedra que tenham chegado ao dois zero por intermédio de Jorge David quando estavam disputados sensivelmente dez minutos de jogo.
A partir deste golo a história da partida mudou.
A nossa equipa percebendo que se queria sair dali com outro resultado que não a derrota teria de subir no terreno pressionando o adversário obrigando-o a errar. E foi isso mesmo que aconteceu. Os nossos jogadores começam a pressionar mais alto e consequentemente a criar mais perigo junto da baliza do Pico Pedra. O primeiro resultado desta situação começam a ser as ocasiões de golo que o Baronia vai criando e nestes últimos dez minutos da primeira parte são pelo menos quatro as oportunidades claras de golo criadas pelo Baronia, tendo inclusive atirado uma bola ao poste. O Pico da Pedra por sua vez ia aqui ou acolá criando um ou outro contra-ataque mas sem grande perigo. Ao intervalo o resultado não já se justificava por tudo aquilo que, depois de uma entrada menos boa da nossa equipa, tínhamos criado e produzido neste últimos minutos da primeira metade.
Na cabine o mister Miguel Carvalho pedia essencialmente confiança na hora de finalizar e apelava à capacidade de sacrifício e espírito de luta dos seus jogadores.
Mantendo o ascendente com que tinham terminado a primeira parte a nossa equipa têm uma entrada derompante e forte na segunda parte tendo nos primeiros cincos minutos empatado a partida com dois golos de João Alexandre e tendo criado mais duas ou três situações de grande perigo junto da baliza do Pico da Pedra, isto tudo com a apatia e impotência dos jogadores do Pico da Pedra face a esta entrada forte da nossa equipa.
Após termos chegado ao empate os jogadores do Baronia baixam um pouco as linhas defensivas na tentativa de aproveitar algum erro do adversário para tentar em contra-ataque chegar com perigo à baliza do Pico da Pedra. Com esta atitude o Pico da Pedra passa a ter mais bola para poder desenhar as suas jogadas que só por uma ou duas ocasiões saíram com relativo perigo junto da nossa baliza. A nossa equipa utilizava agora a sua maior arma, o contra-ataque. E na verdade enquanto que o Pico da Pedra ia tendo bola e com remates de longe ia tentado sem sucesso marcar o Baronia em quatro ou cinco contra-ataques poderia ter matado o encontro só que o desacerto dos atletas na hora de finalizar era total. Com cerca de cinco minutos para jogar surge a expulsão de João Alexandre o que deixava a equipa a jogar com menos um atleta dentro da quadra. Previa-se então um final de jogo muito difícil para a nossa equipa com os jogadores a mostrarem algum cansaço físico natural, com algumas decisões, na nossa opinião, totalmente desajustadas da equipa de arbitragem em prejuízo da nossa equipa. Mas não. Eis que o espírito de sacrifício dos nossos jogadores vem ao de cima, não deixando que a equipa do Pico da Pedra marcasse em situação de vantagem numérica.
Já com os quatro homens de novo em campo o treinador da equipa do Pico da Pedra arriscava tudo e com cerca de três minutos para jogar coloca em campo o guarda-redes avançado. Só que quem acaba por tirar partido dessa situação é a nossa equipa que poucos instantes após a entrada do quinto elemento adversário em campo marca, aproveitando um erro do adversário Nuno Miguel atira para a baliza deserta do Pico da Pedra. A perder o treinador adversário mantêm em campo o quinto elemento e segundos após o golo do Baronia a equipa do Pico da Pedra empata de novo a partida a três golos por intermédio de Joel.
Faltava então mais ou menos dois minutos para jogar e a nossa equipa ia tentando aproveitar os erros da equipa do Pico da Pedra para de longe tentar atirar para a baliza contrária enquanto que o Pico da Pedra ia, mas sempre sem grande perigo, tentando chegar ao golo.
A três segundos do fim a nossa equipa acaba com o jogo, Dário aproveitando muito bem um erro adversário atira para a baliza deserta do Pico da Pedra dando assim a vitória à nossa equipa.
Em resumo uma vitória justa por aquilo que se passou nos 40 minutos de jogo, se bem que o Pico da Pedra entrou muito melhor na primeira parte, esse domínio só se verificou durante os primeiros dez minutos de jogo, sendo a partir dai totalmente controlado pela nossa equipa que teve mais e melhores oportunidades de golo e que nos últimos dez minutos do encontro ainda teve de lutar contra a menor prestação, na nossa opinião, da terceira equipa em campo. Agora à que continuar a trabalhar e preparar com calma o dificílimo encontro frente à forte equipa do Vitória de Setúbal daqui a quinze dias em virtude de para a semana não haver campeonato.
Fique com a ficha de jogo:
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