Na sempre deslocação difícil e complicada à Madeira para qualquer adversário, a nossa equipa realizou um excelente jogo perante a equipa do Nacional da Madeira, onde se houvesse um vencedor esse teria de ser o Baronia pela forma como se bateu e pelas oportunidades de golo que teve para sair com uma vitória gorda acabando por ter empatado o encontro.
O treinador Miguel Carvalho avisado para a dificuldade da equipa do Nacional em jogar perante adversários com uma postura defensiva muita agressiva e concentrada com as linhas defensivas baixa na quadra de jogo e que fosse perigoso depois em contra-ataque, preparou a equipa táctica e mentalmente para este estilo de jogo.
Os jogadores entenderam na perfeição essa mensagem e desde o primeiro segundo de jogo deu o domino da pose da bola a equipa do Nacional que sendo uma equipa de contra-ataque e de transições ofensivas rápidas com a bola nos pés em ataque continuado não mostrava arte nem engenho para alvejar a nossa baliza.
Por sua vez a nossa equipa nos primeiros minutos de jogo muito mais concentrada e virada para a defesa não conseguia por em pratica o outro aspecto de jogo, não conseguindo criar perigo nos primeiros minutos. O primeiro golo do jogo surge por volta do minuto sete e para a nossa equipa, tirando partido de um roubo de bola, originado na forte pressão exercida no portador da bola, Dário após esse roubo de bola conduz na perfeição um contra-ataque para assistir Jorge para o 0-1.
Se a nossa equipa estava já com os níveis de concentração e confiança em alta pela forma como estava a jogar até ao golo, com este golo esses níveis aumentaram ainda mais e a nossa equipa começa então a libertar-se mais um pouco e a ter mais alguma posse de bola sem nunca descurar o aspecto defensivo.
O segundo golo é quase uma cópia do primeiro, após roubar a bola a um adversário João Alexandre, ainda antes do meio campo, arranca direito à baliza do Nacional e só com o guarda-redes pela frente atira para o 0-2.
Melhor era impossível!
A equipa do Nacional com este segundo golo começou a dar mostras de maior desacerto e de alguma descrença, uma vez que não conseguia ultrapassar a muralha defensiva do Baronia e das poucas vezes que a conseguiu ultrapassar Vítor Dias, que esteve numa tarde para seguramente mais tarde recordar, não permitia que a baliza por si defendida fosse violada.
Até ao intervalo o resultado e ao rumo da partida não se alterou.
Nos balneários o treinador Miguel Carvalho insistia na concentração que os jogadores deveriam ter, alertando para a possível entrada mais forte da equipa do Nacional da Madeira na segunda parte.
O inicio da segunda parte foi totalmente dominado pela nossa equipa, indo contra aquilo que estávamos à espera o Nacional entrou de forma muito apática permitindo muitos contra-ataques perigosos, e não fosse o autêntico festival de golos falhados seguramente a nossa equipa teria aumentado de 2 para pelo menos 4 ou 5 os golos de diferença. Nestes primeiros 10m da segunda parte João Alexandre por duas vezes, Nuno Miguel e Jorge com uma oportunidade cada praticamente só com os guarda-redes pela frente ou com a baliza somente à sua mercê falharam aquilo que poderia traduzir-se numa goleada.
A equipa do Nacional, tirando talvez partido de alguma fadiga e perda de confiança da nossa equipa começa aos poucos a ganhar confiança e a criar mais perigo junto da nossa baliza, mas Vítor Dias mostrava-se intransponível.
Com sete minutos para jogar o Nacional reduz tirando partido de uma ligeira desatenção defensiva da nossa equipa Marco Camacho faz o 1-2.
O treinador Miguel Carvalho resolve pedir um desconto de tempo e apela aos jogadores que se unam e que não deixem destruir o que tinham construído até então.
Entretanto a equipa de arbitragem expulsa um jogador que se encontrava no banco de suplentes da equipa do Nacional por palavras dirigidas contra estes.
Com quatro minutos para jogar João Alexandre é expulso com a mostragem do segundo amarelo. Num lance perfeitamente normal num jogo de futsal com a bola a sair pela linha de fundo, na tentativa de tirar a bola acaba com o corpo por desequilibrar o adversário, após alguns largos segundo de pensamento o arbitro decide mostrar amarelo que seria o segundo.
Temia-se o pior com 4 minutos para jogar e com menos um elemento em campo a nossa equipa poderia começar aqui a ver fugir os três pontos. Acontece que o Nacional teve muitas dificuldades em conseguir criar perigo jogando com mais uma unidade e só mesmo no final dos 2 minutos de penalização é que conseguiram chegar ao golo por intermédio de Alexandre, com um remate forte e colocado colocava o resultado em 2-2.
Na cabeça dos jogadores do Baronia vinham à memória o festival de golos falhados que poderiam já ter à muito sentenciado a partida e que agora poderia ser um cruel castigo para eles.
Estes dois últimos minutos foram de grande espírito de sacrifício, união e crer dos nossos jogadores que não deixaram criar mais perigo junto da sua baliza e de novo por mais duas vezes esteve muito perto de marcar.
Em resumo a nossa equipa acaba por sair com um ponto da Madeira com a sensação que poderia ter saído com os 3 pontos não fossem as falhas na finalização.
Fique com a ficha de jogo:
O treinador Miguel Carvalho avisado para a dificuldade da equipa do Nacional em jogar perante adversários com uma postura defensiva muita agressiva e concentrada com as linhas defensivas baixa na quadra de jogo e que fosse perigoso depois em contra-ataque, preparou a equipa táctica e mentalmente para este estilo de jogo.
Os jogadores entenderam na perfeição essa mensagem e desde o primeiro segundo de jogo deu o domino da pose da bola a equipa do Nacional que sendo uma equipa de contra-ataque e de transições ofensivas rápidas com a bola nos pés em ataque continuado não mostrava arte nem engenho para alvejar a nossa baliza.
Por sua vez a nossa equipa nos primeiros minutos de jogo muito mais concentrada e virada para a defesa não conseguia por em pratica o outro aspecto de jogo, não conseguindo criar perigo nos primeiros minutos. O primeiro golo do jogo surge por volta do minuto sete e para a nossa equipa, tirando partido de um roubo de bola, originado na forte pressão exercida no portador da bola, Dário após esse roubo de bola conduz na perfeição um contra-ataque para assistir Jorge para o 0-1.
Se a nossa equipa estava já com os níveis de concentração e confiança em alta pela forma como estava a jogar até ao golo, com este golo esses níveis aumentaram ainda mais e a nossa equipa começa então a libertar-se mais um pouco e a ter mais alguma posse de bola sem nunca descurar o aspecto defensivo.
O segundo golo é quase uma cópia do primeiro, após roubar a bola a um adversário João Alexandre, ainda antes do meio campo, arranca direito à baliza do Nacional e só com o guarda-redes pela frente atira para o 0-2.
Melhor era impossível!
A equipa do Nacional com este segundo golo começou a dar mostras de maior desacerto e de alguma descrença, uma vez que não conseguia ultrapassar a muralha defensiva do Baronia e das poucas vezes que a conseguiu ultrapassar Vítor Dias, que esteve numa tarde para seguramente mais tarde recordar, não permitia que a baliza por si defendida fosse violada.
Até ao intervalo o resultado e ao rumo da partida não se alterou.
Nos balneários o treinador Miguel Carvalho insistia na concentração que os jogadores deveriam ter, alertando para a possível entrada mais forte da equipa do Nacional da Madeira na segunda parte.
O inicio da segunda parte foi totalmente dominado pela nossa equipa, indo contra aquilo que estávamos à espera o Nacional entrou de forma muito apática permitindo muitos contra-ataques perigosos, e não fosse o autêntico festival de golos falhados seguramente a nossa equipa teria aumentado de 2 para pelo menos 4 ou 5 os golos de diferença. Nestes primeiros 10m da segunda parte João Alexandre por duas vezes, Nuno Miguel e Jorge com uma oportunidade cada praticamente só com os guarda-redes pela frente ou com a baliza somente à sua mercê falharam aquilo que poderia traduzir-se numa goleada.
A equipa do Nacional, tirando talvez partido de alguma fadiga e perda de confiança da nossa equipa começa aos poucos a ganhar confiança e a criar mais perigo junto da nossa baliza, mas Vítor Dias mostrava-se intransponível.
Com sete minutos para jogar o Nacional reduz tirando partido de uma ligeira desatenção defensiva da nossa equipa Marco Camacho faz o 1-2.
O treinador Miguel Carvalho resolve pedir um desconto de tempo e apela aos jogadores que se unam e que não deixem destruir o que tinham construído até então.
Entretanto a equipa de arbitragem expulsa um jogador que se encontrava no banco de suplentes da equipa do Nacional por palavras dirigidas contra estes.
Com quatro minutos para jogar João Alexandre é expulso com a mostragem do segundo amarelo. Num lance perfeitamente normal num jogo de futsal com a bola a sair pela linha de fundo, na tentativa de tirar a bola acaba com o corpo por desequilibrar o adversário, após alguns largos segundo de pensamento o arbitro decide mostrar amarelo que seria o segundo.
Temia-se o pior com 4 minutos para jogar e com menos um elemento em campo a nossa equipa poderia começar aqui a ver fugir os três pontos. Acontece que o Nacional teve muitas dificuldades em conseguir criar perigo jogando com mais uma unidade e só mesmo no final dos 2 minutos de penalização é que conseguiram chegar ao golo por intermédio de Alexandre, com um remate forte e colocado colocava o resultado em 2-2.
Na cabeça dos jogadores do Baronia vinham à memória o festival de golos falhados que poderiam já ter à muito sentenciado a partida e que agora poderia ser um cruel castigo para eles.
Estes dois últimos minutos foram de grande espírito de sacrifício, união e crer dos nossos jogadores que não deixaram criar mais perigo junto da sua baliza e de novo por mais duas vezes esteve muito perto de marcar.
Em resumo a nossa equipa acaba por sair com um ponto da Madeira com a sensação que poderia ter saído com os 3 pontos não fossem as falhas na finalização.
Fique com a ficha de jogo:
(clique na imagem para ampliar)
1 comentário:
Falta o lider da claque na ficha de jogo...
Enviar um comentário